Mulheres são maioria entre os trabalhadores informais. Muitas delas estão nas ruas garantindo o sustento de suas famílias, exercendo profissões diversas como as vendedoras ambulantes, feirantes, artistas, catadoras de materiais recicláveis, trabalhadoras sexuais, e muitas outras.

Entre 2015 e 2017, 55,5% das pessoas que procuraram o trabalho nas ruas como sobrevivência são mulheres, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A grande maioria delas é negra.

Desafios e lutas das mulheres camelôs

A vida e o trabalho na rua são especialmente difíceis para as mulheres. 71,4% das mulheres camelôs sofrem violência moral no trabalho, elas ganham menos do que os homens e têm 3 vezes mais chances de ter sua mercadoria apreendida enquanto trabalham.

Observatóriodas Metrópoles

Acesse a pesquisa “Camelôs: Panorama das Condições de Trabalho de Homens e Mulheres no Centro do Rio”

observatoriodasmetropoles.net.br
Movimento Unido dos Camelôs

Conheça o MUCA – Movimento Unido dos Camelôs e sua fundadora Maria dos Camelôs:

No rodapé, sequência de logos: Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet. Idealização: Festum. Apoio: Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica; Projeto Hélio Oiticica; Rio - Prefeitura Cultura. Patrocínio: META. Realização: Ministério da Cultura; Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução.
No rodapé, sequência de logos: Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet. Idealização: Festum. Apoio: Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica; Projeto Hélio Oiticica; Rio - Prefeitura Cultura. Patrocínio: META. Realização: Ministério da Cultura; Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução.